Por Ana Lucchi
Esse índice surgiu quando o rei do Butão, Jigme Singye criou um índice de desenvolvimento social baseado em pesquisas para mapear o que pode trazer felicidade as pessoas do seu país. Desde então o FIB é tema de debates internacionais, na implantação de políticas justas baseadas em pesquisas que avaliam o que faz uma pessoa feliz.
O Brasil foi palco de um congresso internacional de FIB em outubro do ano passado. O país recebeu a vanguarda do pensamento econômico para esse primeiro congresso de avaliação da felicidade.
Você pode até pensar; o que economistas tem a ver com isso? Tem e muito!
FIB tem-se espalhado pelo mundo e é estudado por intelectuais e pesquisadores do Canadá, dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia, que se encontram em congressos anuais que atraem centenas de pessoas de todos os continentes.
Mas é você? Como anda seu FIB?
O que faz você feliz?
Sua felicidade pessoal leva em conta padrões coletivos ou você não parou ainda para pensar em como sua felicidade, está atrelada a um bem comum?
Você é feliz rodeado de pobreza, miséria, ignorância, racismo, doenças, guerras, violência, devastação nas florestas, caos urbano, poluição, corrupção, fome? A lista não acaba…
Não! – Duvido que seja feliz assim ou que tenha um índice legal de FIB.
Para você ser feliz é preciso que encontre paz e tranqüilidade dentro e fora de você. Não tenha medo de parecer piegas…
O nosso padrão habitual de pensamento, pede transformação. Para onde estamos indo ? Para onde devemos ir?
Pense: O que faz você feliz!
Passe a sua idéia de felicidade adiante!
Você pode mudar o que lhe cerca, como cidadã, pode influenciar na busca de políticas mais justas e solidárias e pode melhorar seu padrão de felicidade. Pois a felicidade está longe de ser um conceito privado e de ego.
“O FIB não é apenas uma idéia interessante. É uma necessidade urgente num mundo que está se despedaçando”, diz a psicóloga americana Susan Andrews, coordenadora do Instituto Visão Futuro.
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