Por Ana Lucchi
As ervas são utilizadas como fitoterápicos há séculos, desde a antiguidade, já utilizavam ervas na cura e prevenção de enfermidades.
Isso é muito bom, desde que se observe as indicações, as ervas, assim como os remédios alopáticos, podem ser prejudiciais se utilizados sem indicação, se não forem bem administrados também podem prejudicar.
A ciência pesquisa o pontencial de cura das ervas, utilizando a cultura popular e o conhecimento empírico, cataloga e transforma esses conhecimentos em fonte segura de administração.
Sim, as ervas podem curar, mas antes de sair por ai acreditando na erva da vez, vá atrás de comprovação científica ok?
A erva da vez é a Caralluma*, mas já tivemos a Porangaba*, a Sucupira*, a Erva de São João*, Erva baleira*, Kawa-kawa*, entre outras…Todas aparecem como milagrosas vez ou outra na mídia!
Cuidado e atenção é o remédio mais adequado no momento.
Consulte sempre a Anvisa e um médico de sua confiança. Não vá atrás de modismo e de milagres.
A boa saúde é fruto de uma dieta equilibrada, exercícios físicos e sono.
A qualidade de vida é a melhor receita.
Se não há equilibrio físico-emocional, é certo procurar ajuda, mas fique alerta, nem tudo que vem da natureza cura.
Os fitoterápicos, assim como todos os medicamentos, devem oferecer garantia de qualidade, ter efeitos terapêuticos comprovados, composição padronizada e segurança de uso para a população.(Anvisa)
A eficácia e a segurança devem ser validadas através de levantamentos etnofarmacológicos, documentações tecnocientíficas em bibliografia e/ou publicações indexadas e/ou estudos farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos e clínicos.(Anvisa)
A qualidade deve ser alcançada mediante o controle das matérias-primas, do produto acabado, materiais de embalagem, formulação farmacêutica e estudos de estabilidade.(Anvisa)