A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – (ABGLT) divulgou nota informando o assassinado do ativista gay ugandense David Kato. O ativista foi morto nesta quarta-feira (26), a golpes de martelo em sua residência.
Kato era dirigente do grupo Minorias Sexuais de Uganda (Sexual Minorities Uganda). Segundo informações contidas na nota da ABGLT, em outubro do ano passado, o jornal ugandense Rolling Stone publicou uma lista dos 100 “principais homossexuais” do país, entre eles o ativista David Kato, na matéria tinha fotografias, nomes completos e até endereços. Desde então Kato afirmou que vinha recebendo ameaças
Ainda em nota a ABGLT pede que o Governo Brasileiro, através de suas instâncias apropriadas, reforce a exigência do comprimento dos preceitos universais dos Direitos Humanos na Uganda, e que solicite ao governo ugandense que garanta a apuração do caso e tome medidas para impedir a perseguição institucional e promover a proteção da comunidade LGBT ugandense
Adital